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Sentimentos na Gestação...

 

 

 

Mudançassicas e o medo do futuro não são motivos para baixo astral

Por Luana Martins • 26/10/2008

 

Este deveria ser o momento mais alegre e importante da sua vida. Afinal, um pequeno ser está chegando ao mundo para enchê-la de sorrisos e amor. No entanto, seus dias parecem divididos entre momentos de intensa felicidade e outros de pura tristeza. As oscilações de humor são muito comuns durante a gravidez. Causas hormonais, mudanças físicas e incertezas sobre o futuro abalam qualquer astral. Mas o apoio de familiares e algumas dicas dos especialistas ajudam a elevar a auto-estima!

 

“A mulher não se sente bonita e, por isso, não se mostra ao parceiro. Ele, por sua vez, pensa que o sexo pode machucar o bebê, ou passa a encarar a mulher como mãe e não como mulher e também não a procura. Os dois criam, então, uma muralha entre si.”

 

"Durante a gravidez a mulher sofre um conjunto de transformações físicas e hormonais que podem ter relação com sua baixa auto-estima. Ela ganha muito peso e com isso passa a não se achar mais tão atraente ao sexo oposto. Além disso, o homem também não está acostumado com a nova situação e pode se assustar com as transformações ou começar a encarar a companheira mais como mãe de seu filho do que como mulher, agravando a situação", explica Renato Kalil, ginecologista do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo.

 

Sem saída

Durante a gravidez, muitas alterações hormonais e físicas ocorrem no organismo feminino. "O 'boom' hormonal da gestação, o aumento da tireóide e a concentração da circulação na região do ventre causam inchaço, apetite alterado, sono ou insônia, ansiedade e medo", enumera a psicóloga Sylvia Sabbato. Não há dúvidas de que tudo isso interfira no emocional da mulher, mas os quilinhos extras na balança é o que mais incomoda. Os hormônios facilitam o ganho de peso e o aparecimento de sintomas indesejados. "O estrógeno e a progesterona aumentam a vasodilatação e a retenção líquida, facilitando o acúmulo de gordura no quadril, na perna, na coxa e nos braços e o surgimento de celulites e estrias", revela Renato.

A má notícia é que nadar contra a corrente pode ser em vão. "Nessa época, o metabolismo da mulher cai em média 30%, por isso, por mais que ela coma pouco, o mesmo alimento que ela comia antes vai engordar 30% a mais. Além disso, nesses nove meses, ela fará menos atividade física e não poderá fazer jejuns ou dietas rigorosas quando extrapolar nos doces durante o fim de semana" constata o ginecologista.

 

Libido em baixa

Antes mesmo das alterações físicas, os enjôos também podem comprometer seu humor e, de quebra, afetar até o astral do parceiro. "No primeiro trimestre de gestação, quando os hormônios HCG e progesterona estão elevados, além das náuseas, tonturas e enjôos, é comum que a mulher se sinta incomodada até mesmo com o cheiro do companheiro", afirma Renato. Tal fato pode ser a causa para muitos homens se queixarem que suas companheiras se recusam a manter relações sexuais durante a gravidez. Ao contrário do que muita gente pensa, a gestação não diminui a libido! "Não há essa relação. Pesquisas demonstram que metade das mulheres têm a libido aumentada e a outra metade, de fato, sente menos desejo", revela o especialista. A auto-estima e os mitos da gravidez é que são os grandes vilões. "A mulher não se sente bonita e, por isso, não se mostra ao parceiro. Ele, por sua vez, pensa que o sexo pode machucar o bebê, ou passa a encarar a mulher como mãe e não como mulher e também não a procura. Os dois criam, então, uma muralha entre si e só vão descobrir as conseqüências desses traumas no pós-parto", afirma Renato.

 

Assumindo um novo papel

Além das transformações físicas que mexem com o psicológico de qualquer mulher, o jeito como ela encara a maternidade também podem influenciar sua auto-estima. A atribuição de um novo papel social - o de mãe - gera muitas inseguranças. "Qualquer situação na vida que exija a construção de um novo papel representa uma crise, sobretudo, porque essa mulher ainda não sabe equilibrar os outros papéis", explica a psicóloga Sylvia Sabbato. Se a mulher não consegue assumir a maternidade por problemas familiares, no casamento, ou por imaturidade, a baixa auto-estima aparece juntamente com as dificuldades em aceitar as mudanças no corpo e na vida. "Já a mulher que tem consciência de que a situação é transitória levará as mudanças de forma mais tranqüila", afirma Sylvia. E os especialistas garantem que não há motivos para tantos medos. "No começo é normal haver uma preocupação e centralização do interesse da mãe no seu bebê, mas com o tempo, ela verá que é possível dar conta da tarefa que se tornará até mesmo prazerosa", afirma Leila Cury Tardivo, psicóloga e doutora do Departamento de Psicologia Clínica da USP.

Se, em grande parte, a baixa auto-estima da mulher é conseqüência de uma sociedade que prima pela magreza, para manter o baixo astral bem longe, a receita é cultivar o amor-próprio. "Hoje em dia, a mídia expõe a mulher como um símbolo sexual. As curvas são exaltadas e ela, mesmo antes da gravidez, já tende a se ver aquém do ideal", explica Sylvia. Os protótipos de beleza da tevê são inalcançáveis, por isso comece valorizando seus pontos fortes! "Se essa mulher não se esconde embaixo da roupa, continua bronzeada e bonita, ela será uma mulher grávida sensual, feliz, perigosa e que arranca olhares na rua", garante Renato. "Os cuidados com depilação, com as unhas e cabelos devem permanecer", acrescenta Sylvia.

 

‘Quando o ser humano expõe uma dificuldade a fim de que seja compreendido, ele organiza seus pensamentos e emoções, o que ajuda a buscar uma solução mais consciente para a baixa auto-estima”

 

Portanto, adote um bom programa alimentar e de exercícios. "Faça uma dietoterapia com acompanhamento de uma nutricionista. O ideal é ganhar no máximo quatro quilos até 20 semanas de gravidez, e até 12 quilos, durante os nove meses. Faça drenagem linfática e exercícios físicos de baixo impacto, como: bicicleta, transpor, musculação, yoga, natação, hidroginástica", recomenda Renato. E mantenha a chance do desejo aceso! "Na hora do sexo, a mulher deve procurar o parceiro. Ela tem que quebrar o gelo e mostrar que medos como o de romper a bolsa e machucar o bebê são mitos", aconselha Renato.

O diálogo também pode ser um eficaz remédio contra a tristeza. "Quando o ser humano expõe uma dificuldade a fim de que seja compreendido, ele organiza seus pensamentos e emoções, o que ajuda a buscar uma solução mais consciente para a baixa auto-estima", afirma Sylvia. A especialista aconselha ainda as futuras mamães a participarem de atividades com outras gestantes. "Ver o que elas pensam e sentem auxilia no processo psicológico, pois a mulher se sente mais pertencente a um grupo", garante Sylvia. Quando a tristeza estiver batendo à sua porta, procure ajuda da família e do companheiro. "O apoio faz a mulher se sentir amparada e admirada", afirma Leila. Agora, atenção! Se os maridões de plantão não sabem muito bem como auxiliar a mulher nessa fase, Leila dá a dica: "O importante é que o homem elogie suas formas, vendo outros aspectos belos que a gravidez proporciona à mulher, como os cabelos e a pele. Convidá-la para programas românticos também funciona sempre".

Se ainda assim estiver difícil afastar a sombra do baixo-astral, pode ser hora de procurar um auxílio psicológico especializado. "Quando a ansiedade e a baixa auto-estima afetam o cotidiano da pessoa, impedindo-a de suas atividades diárias, é o momento de procurar auxílio para ultrapassar esta fase", aconselha Sylvia. Os remédios, como anti-depressivos, ficam para último caso. "Apenas se a mulher apresentar um quadro depressivo antes da gravidez, as drogas deverão ser mantidas, pois durante a gestação, a tendência é que essa depressão se agrave", recomenda Renato.

Para Leila, no entanto, os riscos maiores de depressão e baixo auto-estima ocorrem depois do nascimento do bebê. "Depois do parto é comum que o homem e a mulher mudem o foco do relacionamento para a criança. Se durante a gestação esse casal já vinha se afastando, isso acaba virando justificativa para o casal não se procurar mais", explica Renato. Por isso, as mesmas dicas valem para o pós-parto! A boa notícia é que, como para toda regra existe uma exceção, "muitas mulheres grávidas se sentem melhores, mais fortes e poderosas com a gravidez", garante Leila. Seja uma delas!

 

sinto-me: Confiante!!!
publicado por À espera do(a) nosso(a) Pequenino(a) às 16:24

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